Realce sua beleza com segurança
A cirurgia de mama tuberosa oferece resultados naturais, valorizando sua silhueta com técnicas modernas e seguras.
Cada detalhe é pensado para seu conforto e bem-estar.
A correção de mamas tuberosas é a cirurgia plástica indicada para tratar uma alteração no desenvolvimento das mamas, caracterizada por formato alongado, base mamária estreita e, em alguns casos, assimetria. Realizada pelo Dr. Bruno André em Londrina – PR, essa condição pode impactar a estética das mamas e a autoestima da paciente.
O tratamento é individualizado e pode envolver a remodelação do tecido mamário, liberação das constrições da mama e, frequentemente, a utilização de prótese de silicone para melhorar o formato, volume e simetria. O objetivo da cirurgia é transformar a mama tuberosa em um formato mais arredondado, natural e proporcional ao corpo.
A correção de mamas tuberosas proporciona resultados significativos tanto do ponto de vista estético quanto emocional, contribuindo para a confiança, bem-estar e satisfação das pacientes.
Levamos em consideração algumas medidas anatômicas das mamas e do tórax. O objetivo é preencher as mamas da sua região central até a lateral e determinar a projeção baseado no desejo da paciente.
Durante a consulta realizamos uma série de análises e medições, para adequar o tamanho e formato dos implantes à anatomia e vontade da paciente. Cada paciente tem uma necessidade única que é respeitada em todas as fases do planejamento.
Aqui analisamos a qualidade do tecido mamário. Em geral, implantes colocados abaixo do músculo, conferem maior segurança contra a evolução de contratura capsular, rippling e preservam a estabilidade no longo prazo.
Utilizamos com grande frequência o dual-plane, uma técnica submuscular que permite um maior controle do sulco mamário e permite aproximar as mamas no centro, além de ter uma incidência baixa de dor pós-operatória.
Os implantes não tem um prazo de validade definido. Podem ser permanentes, se a paciente não apresentar nenhuma intercorrência (o que é o mais comum) ou precisar serem substituídos por algum motivo, como contratura capsular, perfuração ou infecção.
A maioria das pacientes consegue amamentar após a mastopexia. A cirurgia é anatomicamente pensada para preservar estruturas como glândula mamária e ductos galactóforos e assim permitir com que a amamentação transcorra bem. Entretanto, orientamos que gestações sejam planejadas antes da cirurgia.
Os implantes modernos são preenchidos com um gel altamente coesivo. Quando uma prótese se rompe este fica concentrado na cápsula formada pelo corpo ao redor do implante e portanto podem ser retirados através de um procedimento cirúrgico.
O termo leigo “rejeição” é o que chamamos de contratura capsular, uma reação exacerbada do corpo contra o implante. Todo material implantado no corpo humano gera uma reação, seja um implante mamário, um marcapasso ou uma prótese ortopédica.
Quando esta reação se acentua, pode gerar endurecimento, alteração da forma e até mesmo dor nas mamas.
Duração média de cerca de 3 a 4 horas
Cicatrizes posicionadas no sulco inframamário, ao redor das aréolas ou em formato de T invertido, conforme a indicação de cada caso
Implantes posicionados acima ou abaixo do músculo peitoral maior, de acordo com a anatomia da paciente e o planejamento cirúrgico
Em média 3 a 4 horas
Uma combinação de anestesia geral com local
Em geral 2 a 3 dias para voltar ao trabalho, desde que não seja necessário fazer força
Em forma de T invertido e escondidas no sulco e ao redor da areola
Sim